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terça-feira, 11 de março de 2014

Soufflé Principe Pückler - Alemanha



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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Um "soufflé" é um <<nada>> delicadíssimo. Compõe-se geralmente de uma leve espuma de ovos cozinhados no forno.

Como sobremesa, serve-se quente e e ligeiríssima.

Além dos soufflés deste tipo, existem ainda os soufflés surpresa, preparados com gelado, em que este se esconde sob uma camada exterior cozinhada e quente. Para não derreter, serve-se mal se retire do forno. 

Aconselha-se a comprar o gelado já pronto. Esta receita é uma das receitas de gelado mais famosas de todos os tempos. Tem o nome do principe Hermann de Pückler-Muskau (1785-1871), um gastrónomo, arquitecto de jardins e <<bon-vivant>>. No seu tempo, deve ter sido um original tão célebre como Bomberg ou o barão de Münchhausen. Deu que falar devido a muitas extravagâncias.


Ingredientes:
2 blocos de gelado
4 claras
180 g de açúcar
casca de limão
2 bananas
2 c. sopa de cerejas em calda
2 c. amêndoa picada


Preparação:
Bata as claras em castelo, juntando aos poucos o açúcar e a raspa da casca de limão.

Ponha um bloco de gelado sobre um prato de ir ao forno, cubra com as bananas cortadas ao meio e metade das cerejas.

Cubra com o segundo bloco de gelado.

Revista dos lados e pela parte superior com as claras em castelo, empregando um saco de pasteleiro para enfeitar.

Polvilhe lateralmente com a amêndoa.

Leve o soufflé ao forno bem quente e deixe alourar rapidamente. Junte o resto das cerejas e sirva logo. 

Acompanhe com palitos de champanhe ou bolachas tipo americano.

Sopa Mulligatawny - Índia e Inglaterra



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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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A história desta sopa é urna espécie de Odisseia. O Mulligatawny surgiu na Índia sob a forma de um simples caldo de carne temperado com uma mistura picante de caril. Mulligatawny não significa mais do que "água de pimenta".

Os ingleses da Índia adoptaram esta sopa e transformaram-na numa sopa de carneiro com legumes. Ao mesmo tempo, como nem todos gostam do sabor do carneiro, começou a preparar-se uma variante, com galinha, que se tornou muito apreciada por exemplo na Austrália.

O Mulligatawny de galinha está hoje também muito espalhado pelo continente europeu — com ou sem arroz, maçãs, ovos e sumo de limão. Esta versão é tão apreciada na Austrália como na Inglaterra.

Quem desejar uma sopa mais leve, pode usar parte da carne para outros fins.


Ingredientes:
1 galinha
1 cebola
sal
1 ramo de cheiros
1 folha de louro
40 g de manteiga
75 g de toucinho fumado
4 tomates
40 g de farinha
1 c. sopa rasa de pó de caril
um pouco de pimenta-de-caiena
1 embalagem pequena de natas


Preparação:
Ponha a galinha com o sal, a cebola, o ramo de cheiros e o louro em água fria e coza-a em lume moderado. 

Separe a carne e corte-a as tiras finas. Passe o caldo pelo passador.

Estufe o tomate pelado e cortado na manteiga aquecida com o toucinho cortado aos cubos. Polvilhe com a farinha, mexa bem e regue com o caldo. Coza 15 minutos.

Tempere a sopa com o caril e a pimenta-de-caiena e adicione as natas.

Sirva com quadradinhos de pão branco torrados ou com arroz.

Soljanka - URSS



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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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A seguir ao Borsch , é a sopa russa mais famosa. Prepara-se de muitas formas — com choucroute e peixe;
couve branca e restos de assado; leve, ou espessa e corada no forno.

Esta receita orienta-se pela ideia internacional de Soljanka de peixe.

Devem, portanto, usar-se camarões (ou lagosta) e mexilhões. Mas se se prescindir destes ingredientes, obtém-se uma leve sopa de peixe com legumes, que não agrada somente aos gastrónomos.


Ingredientes:
500 g de peixe (linguado, truta, perca, lúcio)
cheiros
2 cebolas
4 c. sopa de óleo
40 g de farinha
250 g de tomate
250 g de cogumelos (boletos comestíveis)
75 g de camarão ou lagosta
75 g de mexilhão (lata)
1 pepino de conserva
5 azeitonas
1 c. chá de alcaparras
sumo de limão
sal, pimenta qb
um pouco de funcho

Preparação:
Limpe o peixe, arranque-lhe a pele e as espinhas. Com as cabeças, pele, espinhas e barbatanas lavadas, faça um caldo de peixe (40-50 minutos). Coe-o.

Refogue as cebolas picadas com os cheiros cortados no óleo quente.

Polvilhe com a farinha, mexendo bem, e regue com o caldo. Junte o tomate e os cogumelos cortados e deixe cozer 15-20 minutos em lume brando. Coza então, neste molho, os filetes de peixe cortados aos bocados. Deixe os camarões, a lagosta (aos bocados) e os mexilhões aquecerem neste molho.

Junte o pepino e as azeitonas cortadas às rodelinhas. Tempere com alcaparras, sumo de limão, sal, pimenta, e funcho.

Facultativamente, pode pôr na mesa iogurte ou natas para quem gostar.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Smorrebrod - Dinamarca


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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Este nome não significa mais do que <<pão com manteiga>> mas ... em que o converteram os dinamarqueses, mestres na arte do <<buffet>> frio! Sobre delgadas fatias de pão, geralmente barradas com manteiga, amontoam-se saladas e galinha, enguia fumada e pasta de fígado, bocadinhos de presunto e queijo. Há restaurantes em que as ementas incluem metros destas sanduíches e donas de casa que sabem de cor centenas de receitas de SmØrrebrØd. Na vizinha Suécia, em vez do pão com manteiga com várias coberturas, encontra-se o Smörgasbord.

Ingredientes:

Pão Branco tipo forma, tipo caseiro, integral
Pumpernickel


Para barrar:
Manteiga ou manteigas trabalhadas de caranguejo, de caril, de paprika, de ervas, de limão, etc.

Molhos: 
Maionese
Maionese rémoulade
dressings prontos
molhos picantes.

Coberturas:
Carne e enchidos
patês
peixe marinado
camarão
caranguejo
lagosta
legumes crus ou estufados
saladas
todos os tipos de queijo


Sugestões para SmØrrebrØd:
1. Camarão com maionese, gomos de limão, agrião picado
2. Enguia fumada, ovo mexido frio
3. Pasta de fígado, língua fumada
4. Fígado frito, fatia de toucinho, rodelas de cebola frita e de maçã
5. Filete de peixe frito, rémoulade
6. Salada de aipo, frango assado, geleia de carne picada
7. Fatia de rosbife, rémoulade, pickles variados
8. Espargos, carne fumada, salsa picada
9. Roquefort, gema crua, rodelas de rabanete
10. Caviar, clara de ovo picada, gomos de limão
11. Cebola picada, tomates recheados com picado de carne, alcaparras
12. Salada de arenque, ovos cozidos partidos aos quartos.


Savarin - França



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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Esta mistura de bolo e doce foi baptizada corn o nome de Jean Anthelme Brilat-Savarin, um grande <<gastrósofo>>.
A sua <<Fisiologia do Paladar>> apareceu em 1825 e ainda hoje é considerada uma das obras mais importantes da gastronomia, embora só contenha considerações gerais e quase nenhumas receitas.

<<A descoberta de um novo prato e de maior importância para a felicidade humana do que a descoberta de uma nova estrela>, postulou Brilat-Savarin. E tinha razão.

Ingredientes:

350 g de farinha
15 g de fermento de padeiro
1/8 1 de leite
2 ovos
1 pacotinho de açúiar baunilhado
100 g de açúcar
100 g de manteiga

Recheio:

200 g de açúcar
3 cálices de rum
1 cálice de marrasquino
750 g de ameixas descaroçadas cozidas
1/8 1 de chantilly


Preparação:

Ponha a farinha numa tigela, faça uma cova no meio, esboroe para dentro o fermento e misture-o com um pouco de leite, 1 c. de chá de açúcar e alguma farinha.

Tape e deixe levedar 30 minutos.

Misture todos os ingredientes da massa até obter uma massa branda que tem de ser fortemente batida com uma colher.

Deixe repousar 30 minutos. Deite a massa numa forma de buraco ao meio bem untada (ou em duas formas de savarin pequenas) e deixe repousar um pouco mais.

Coza 30 a 35 minutos a 190°-210° C.

Deixe arrefecer o bolo e tire-o da forma.

Ferva o açúcar com 3/8 1 de água durante 5 minutos, tire do lume e misture os vinhos.

Pique várias vezes o lado superior do bolo com um palito e embeba-o com esta calda.

Encha o savarin com chantily e ameixas cozidas.

Se quiser, sirva ainda com um molho doce de ameixas.

Grelha D'Ouro


À semelhança da Mega Asia, esta churrasqueira - Grelha D'Ouro - tem um sistema excelente para agradar aos clientes. 

Além do maravilhoso serviço que prestam, sempre que o cliente faz uma compra de frango assado,  é-lhe dado um cartão onde poderá "coleccionar" um carimbo por compra. 

Quando o cartão estiver totalmente preenchido (cerca de 10 carimbos), será ofertado comum frango grátis.

Procure se os estabelecimentos da sua zona também têm este tipo de marketing.

MegaAsia - Descontos



Na zona onde moro, há umas quantas lojas, que para cativar os clientes, "imitam" as grandes superfícies. 

Neste caso, uma "lojinha de Chinês" na minha zona, oferece ao cliente, um cartão onde acumula uma percentagem do valor total das compras à medida e consoante as compras que lá faço.

Informe-se se nas lojas da sua zona também usam esta modalidade.

Cartão Continente


O cartão Continente permite acumular descontos convertidos em valor monetário, que poderá abater nas suas compras ou em combustível.

Para adquirir um cartão Continente, deve dirigir-se a uma qualquer loja destas e solicitar junto do balcão cliente.

Clique aqui para saber mais pormenores.

domingo, 9 de março de 2014

Cartão Minipreço



Este cartão permite usufruir de descontos ainda maiores dos que estiverem em prática. Além disso, o leque de produtos abrangidos é muito maior.

Para aderir, basta preencher a ficha de adesão, e no mesmo minuto, é-lhe entregue o cartão, bastando para isso que se dirija a uma qualquer loja Minipreço.

Veja aqui como pode saber mais informações sobre onde, como e quais as vantagens de obter um cartão.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Cartão Poupa Mais do Pingo Doce


O Cartão Poupa Mais, é oferecido pelo Pingo Doce a todos os seus clientes. basta dirigir-se a uma qualquer loja Pingo Doce e solicitá-lo. Poderá começar a usá-lo de imediato, no entanto, só poderá usufruir de todos os benefícios, após efectuar o registo completo no site Poupa Mais  (isto porque o PD tem descontos mais altos para quem tem o cartão devidamente registado no site - estes descontos estão assinalados nos panfletos de campanhas semanais).


Depois, é só ir descontando o valor acumulado pelas compras no PD, em combustível nas bombas da BP.

Cartões de Pontos


Há inúmeras empresas e serviços que para se afirmarem perante os clientes, lançam campanhas e/ou criam formas de o cliente beneficiar com as eventuais despesas que faça, regra geral, lançam cartões onde o cliente pode acumular pontos que depois troca por produtos e/ou abate na despesa.

Registar-se ou obter estes cartões é completamente gratuito.



Eis alguns:

Cartão das Farmácias Portuguesas


O Cartão Farmácias Portuguesas permite acumular pontos na aquisição de determinados medicamentos não sujeitos a receita médica, serviços farmacêuticos e produtos de saúde e bem-estar (excepto medicamentos sujeitos a receita médica), na relação de 1€ = 1 ponto.

A frequência de visita também será recompensada, através da atribuição de 1 ponto pela primeira visita diária à farmácia, desde que o valor da compra seja igual ou superior a 3€.

Posteriormente pode trocar os pontos acumulados por medicamentos não sujeitos a receita médica, serviços farmacêuticos e produtos de saúde e bem-estar constantes das publicações do Programa.

A validade dos pontos é de 1 ano a contar do fim do mês da emissão dos mesmos.

Para aderir ao cartão, pode fazê-lo directamente na Farmácia (preenchendo um formulário lá disponibilizado), ou aceder ao site das farmácias portuguesas, preencher o formulário on-line, imprimir o cartão provisório que lhe é fornecido na hora. (este cartão pode ser usado enquanto não recebe o definitivo na morada por si indicada).

Depois, é ir acumulando pontos que poderá trocar por diversos produtos.

Painel Questionários OnLine




O Painel Questionários Online funciona como uma plataforma de inquéritos ao público.

Por cada inquérito, recebemos pontos, convertíveis em dinheiro (mesmo quando o nosso perfil não se adequa). Quando se atinge determinado valor, podemos requerer a conversão do valor em Vales ou em donativo para solidariedade. 

O registo é grátis.

Se pretende registar-se, envie email para pequenina.pk@gmail.com, para que através do site, eu lhe envie o convite de registo (é a única forma de enviar convites).



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Comprovadíssimo, aprovadíssimo e satisfeitíssima! Após algum tempo de inércia do site (custavam a enviar inquéritos...), Repentinamente, em meados deste ano, começaram a chegar com alguma frequência. Rapidamente cheguei ao valor mínimo de pontos, para converter para 15euros. Fiz a opção que mais me agradou, e escolhi receber o Cartão Dá. Não demorou uma semana, veio por carta Registada, o que me deu uma sensação clara de serem uma empresa sólida, segura e séria.

Aqui fica a "prova".




domingo, 2 de fevereiro de 2014

Sarma - Jugoslávia




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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Tal como os Dolmas , os sarma, sarmi ou sarmale provêm da Turquia mas espalharam-se por todos os Balcãs. É uma excelente receita para aproveitar sobras de carnes!!!

Ingredientes:

1 couve branca
2 cebolas
40 g de manteiga ou margarina
1 dente de alho
50 g de arroz
350 g de carnes misturadas picadas
75 g de passas
sal, pimenta, salsa picada
1 ovo
pão ralado
um pouco de gordura


Preparação:

Leve uma couve branca inteira ate quase ao fim da cozedura, em água e sal.
Tire 8 folhas grandes e apare os talos.
Refogue as cebolas picadas, junte o alho esmagado e a carne picada misturada com o arroz e salteie.
Deite as passas, tempere e deixe arrefecer.
Misture a massa a salsa e o ovo, recheie as folhas de couve e enrole-as.
Ponha-as num recipiente untado, regue-as com um pouco de água e acabe de cozer.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Salzburger Nockerln - Áustria




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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Quem não gosta deles, não tem talento para Austríaco; quem não os sabe fazer, não tem talento para dona de casa. De facto, fazer os Nockerin não é nada fácil. Todos aqueles que o tentaram e não obtiveram como resultado mais do que uma espécie de crepes peganhentos poderão confirmá-lo.
Os Nockerin compõem-se principalmente de «ar» envolvido numa leve casca de açúcar, ovo e muito pouca farinha. Esta casquinha abate quando não é convenientemente preparada. Basta a temperatura do forno não ser suficiente ou haver uma pontinha de ar para abaterem. Portanto, siga a risca a receita e tenha o maior cuidado.
É possível que os famosos Nockerin tenham sido criados no princípio do séc. XVII, sob a égide de Dietrich von Raitenau, que foi arcebispo de Salzburgo e grande apreciador do poder, da pompa e da doçaria ligeira.


Ingredientes:

4 claras
50 g de açúcar fino
1 pacotinho de açúcar baunilhado
3 gemas
20 g de farinha
40 g de manteiga


Preparação:

Bata as claras em castelo e misture-lhes o açúcar e o açúcar baunilhado. Tire 3 c. sopa de claras em castelo e misture-as com as gemas. Volte a misturar com o resto das claras. Peneire para cima a farinha e incorpore-a cuidadosamente. Derreta a manteiga numa forma baixa. Deite colheradas do preparado na forma. Leve a dourar em forno quente, previamente aquecido, de 8 a 10 minutos. Sirva imediatamente, preservando cuidadosamente de correntes de ar e de diferenças de temperatura. Pode polvilhar com açúcar
em pó ou baunilhado.



Saltimbocca - Italia



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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Compreende-se facilmente o motivo por que este prato é tipicamente italiano. Em primeiro lugar, são características italianas a aromatização com salva e a fritura em óleos. Por outro lado, trata-se de porções de carne relativamente pequenas.
Em Itália, a refeição começa por um prato de massa, do género da past’asciutta , que já deixa os comensais quase saciados. Por isso, o prato principal deve ser saboroso, mas não demasiadamente pesado.
Os saltimboccas não são, portanto, pratos maciços, mas pequenos bocados.
Ninguém tem de lutar contra eles para os comer — saltam, por assim dizer, sozinhos para a boca —o que justifica o nome destes escalopes com salva: "Salta-para-a-boca."

Ingredientes:

4 escalopes de vitela grandes, muito finos
4 fatias de presunto do mesmo tamanho
sal, pimenta
2 c. sopa de farinha
folhas de salva frescas
3 c. sopa de óleo
4 c. sopa de Marsala (ou Madeira seco)


Preparação:

Bata cuidadosamente os escalopes, corte cada um em 2 a 3 bocadinhos e corte do mesmo modo o presunto.
Tempere a carne de sal e pimenta.
Envolva-a em farinha. Sobre cada bocado, ponha uma folha de salva e, por cima, uma fatiazinha de presunto. Fixe com palitos.
Aloure os escalopes em óleo quente, de ambos os lados, e disponha-os numa travessa aquecida.
Dissolva o suco da fritura com Marsala e borrife os escalopes com esse molho.
Sirva com Polenta (farinha de milho cozida e cortada aos bocadinhos, que se pana e frita em manteiga) e com salada de chicória ou outra salada verde.




segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

FileMoney

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domingo, 26 de janeiro de 2014

Salada Waldorf - EUA



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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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John Jacob Astor (1763-1848), natural da aldeia Walldorf, perto de Heidelberg, emigrou muito novo para a
América, onde conseguiu fazer uma grande fortuna com o comércio de peles e especulando em terrenos. Uma das suas actividades foi a fundação do Hotel Waldorf-Astoria em Nova Iorque, um complexo com mais de 1300 quartos.

Esta salada foi criada na cozinha do Waldorf-Astoria. Na forma clássica, compôe-se unicamente de tiras de aipo e de maçã crus, com nozes picadas e maionese. De vez em quando encontram-se, contudo, saladas Waldorf corn laranja e galinha ou outros ingredientes.

Os hóspedes do Waldorf-Astoria que há 20 anos pertence a cadeia Hilton, consomern diáriarnente 3000 kg de carne, 2400 galinhas, 1400 kg de peixe, 10000 ovos, 10 tartarugas de 50 kg em sopa, 200 lagostas e gigantescas quantidades de legumes. Tudo isto acompanhado de algumas banheiras de café e whisky.


Ingredientes:

250 g de aipo
250 g de maçã
100 g de nozes
100 g de maionese
2 c. sopa de sumo de limão.
sal,
4 c. sopa de natas

Preparação

Descasque o aipo e corte-o cru em tiras muito finas (ou coza-o antes de cortar, sem o deixar ficar mole). 
Descasque as maçãs, retire-lhes o centro e corte-as também em tiras.
Pique as nozes, deixando algumas para guarnecer. Tempere a maionese de sal e sumo de limão.
Bata e misture as natas, ou misture-as, sem as bater, com a maionese.
Misture os ingredientes com o molho, deite numa saladeira e guarneça com as restantes nozes. Ponha 2
horas no frigorífico antes de servir.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Molho Holandês

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Esta receita foi publicada no livro "Vaqueiro - Livro de Receitas Básicas" em 1986

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O molho holandês, que parece de muito fácil preparação, causa alguns problemas a quem desconhecer a sua enorme sensibilidade às temperaturas elevadas. Siga rigorosamente as indicações que lhe damos e o seu trabalho será realmente facilitado.
Deite numa tigela 2 gemas de ovos, um pouco de sal e de pimenta e 2 colheres de sopa de água fria. Misture tudo.








Coloque a tigela em banho-maria (que deve apenas borbulhar) e bata até a mistura espessar. Junte, a pouco e pouco, 200 g de Vaqueiro derretida, batendo sem parar (se o molho aquecer muito, junte 1 colher de água fria).










Adicione o sumo de meio limão, batendo sempre. Depois de pronto o molho holandês deve ter uma consistência aveludada mas escorrer facilmente da molheira.

Variantes de maionese




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Esta receita foi publicada no livro "Vaqueiro - Livro de Receitas Básicas" em 1986

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Prepare um MOLHO TÁRTARO 
preparando a maionese com 
1 gema de ovo cozido  e todos os ingredientes indicados ao lado.
Para 
2,5 dI de maionese   junte 
1 colher de sopa de alcaparras 
1 colher de sopa de salsa  picadas
Prepare um MOLHO REMOULADE 
juntando a 
2,5 dI de maionese  bem temperada com vinagre 
1 colher de sopa de alcaparras 
2 pepinos de conserva 
1 ramo de salsa  picados.
Prepare uma MAIONESE VERDE 
juntando a 
2,5 dl de maionese 
3 colheres de sopa de ervas verdes  picadas (salsa, estragão, cebolinho, agriões, etc.).
Prepare uma MAIONESE DE ALHO
juntando a 
2,5 dI de maionese 
2 dentes de alho  cozidos escorridos e reduzidos a puré.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Maionese


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Esta receita foi publicada no livro "Vaqueiro - Livro de Receitas Básicas" em 1986

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Numa tigela deite 1 gema de ovo, 1 colher de chá de mostarda, um pouco de sal e de pimenta e 2 colheres de sopa de sumo de limão. Estes ingredientes devem estar todos à temperatura ambiente.








Adicione, a pouco e pouco, 2,5 dI de óleo ou de azeite, mexendo sem parar.








Mexa e deixe descansar durante 5 minutos.






A maionese está pronta quando tiver adicionado o óleo todo.
Para obter uma maionese mais espessa junte mais óleo ou azeite, adicionando-o a pouco e pouco e batendo ao mesmo tempo. Para obter uma maionese mais fluida, junte sumo de limão depois da maionese pronta

Variantes do Molho de Base Escura




Prepare um MOLHO MADEIRA juntando a  
5 dI de base escura
0,5 dI de vinho da Madeira
 Deixe levantar fervura.
Prepare um MOLHO SALSICHEIRO juntando a
5 dI de base escura  bem quente,
1 colher de sopa de mostarda  e
50 g de pepinos de conserva  cortados em Juliana fina .
Prepare um MOLHO ITALIANO juntando a
5 dl de base escura
50 g de cogumelos  e
100 g de presunto  cortados em juliana e salteados em
50 g de Vaqueiro
Leve ao lume a cozer durante 10 minutos.
Na altura de servir, junte
1 colher de sopa de salsa   picada

Molhos de base escura

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Esta receita foi publicada no livro "Vaqueiro - Livro de Receitas Básicas" em 1986

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Corte 50 g de chambão em cubos e aloure-os sobre lume forte com 40g de Vaqueiro.








Junte 1 cebola picada, 2 cenouras em cubos, 1 folha de louro e um raminho de salsa grosseiramente picada. Deixe caramelizar tudo.









Polvilhe o preparado com 50 g de farinha, mexa e deixe cozer até a farinha alourar.









Regue com 5 dl de caldo de carne, mexa com uma vara de arames para dissolver o preparado e deixe ferver durante 10 minutos.








Passe o molho por um passador de rede esmagando os ingredientes com uma espátula de madeira.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Salada de frango com Aipo - EUA





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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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As saladas coloridas, compostas de carne, legumes e frutos que liguem bem, são um achado americano — para desgosto de muitos puritanos que consideram as práticas culinárias deste tipo altamente condenáveis, abstendo-se delas. Embora a salada de frango com aipo não figure entre as receitas clássicas, tem muitos apreciadores, mesmo fora da América.

Os americanos preparam ainda muitas outras saladas de aves. Combinam, por exemplo, carne de galinha com castanhas cozidas e pimentos, com ostras cruas e salada de alface ou com nozes e rama de aipo.

As saladas deste tipo têm a vantagem de poderem preparar-se com produtos enlatados — e portanto muito depressa.

Servem de acompanhamento tostas e manteiga.


Ingredientes:

250 g de galinha cozinhada (grelhada ou cozida)
1/2 cabeça de aipo cozida
1 cebola picadinha
sumo de 1 limão
sal
75 g de amêndoa às lascas
15 azeitonas recheadas
100 g de uvas sem grainhas e cortadas ao meio
2 laranjas
250 g de maionese


Preparação:

Corte o frango aos cubos e o aipo às tiras ou aos cubos. Misture com a cebola, deite o sumo de limão, tempere de sal e ponha no frigorífico 1 hora.

Junte a amêndoa, as azeitonas às rodelinhas, as uvas e as laranjas cortadas ao meio.

Misture cuidadosamente a maionese.

Disponha a salada sobre folhas de alface.


Variante: Acrescente 50 g de rama de aipo ou 1/2 pimento verde, cortados finos.



Salada de Endívias - Bélgica



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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Na Bélgica, aparece a mesa a quase todas as refeições — simplesmente temperada com óleo e vinagre, com molho flamengo ou ainda com qualquer molho, já pronto, servido directamente do frasco.
A endivia, estreitamente aparentada com a chicória de café, só há algumas décadas entrou na moda — ou, melhor dizendo, se reactualizou, visto que já era conhecida entre os gregos e os romanos, que a usavarm para saladas e com fins medicinais.
Muitos pequenos lavradores dos arredores de Bruxelas vivem exclusivamente do seu cultivo — e nada mal!!


Ingredientes: 

500 g de endívias
2 tomates
200 g de queijo Gruyère (fatia)
4 ovos cozidos
3 c. sopa de vinagre
1 c. sopa de sumo de limão
3 c. sopa de óleo
1 c. chá de mostarda
1 pitada de açúcar
sal, pimenta qb


Preparação:

Limpe as endívias, corte-lhes as extremidades inferiores e ponha-as em água morna 60 minutos, para perderem o sabor amargo.

Corte-as no sentido longitudinal, em 8 ou 4 partes, conforme o tamanho.

Parta o tomate aos cubos, podendo pelá-lo se desejar.

Corte o queijo às tirinhas ou aos cubos e corte os ovos em 8 partes.

Disponha tudo numa saladeira.

Misture o vinagre, o sumo de limão, o óleo e os condimentos, e deite este molho sobre a salada.

Antes de servir, ponha meia hora no frigorífico.
 

Variante: Use um molho a flamenga:

Para isso, esmague 2 gemas de ovo cozidas, misture-as com 1 cebola ralada, 1 dente de alho esmagado, 1 colher de sopa de cerefólio picado, 3 colheres de sopa de azeite, 1 colher de sopa de vinagre ou sumo de limão, sal e pimenta, e bata-a ate fazer espuma. Bata 4 colheres de sopa de natas, misture-as ao molho e
cubra com este a salada.


Variantes Molho Béchamel



  
Prepare um MOLHO VERDE juntando a 
5 dI de molho béchamel 
4 colheres de sopa de ervas verdes picadas (salsa, agriões, espinafres escaldados , etc.) 
Prepare um MOLHO DE ALCAPARRAS juntando a
5 dl de molho béchamel 
em que metade do leite foi substituído por
caldo de peixe,
3 colheres de sopa de aIcaparras
sumo de limão.
Prepare um MOLHO AURORA juntando a
5 dl de molho béchamel 
2 colheres de sopa de concentrado de tomate. 
Leve ao lume a ferver e adicione
1 colher de sopa de Vaqueiro.
Prepare um MOLHO DE CARIL juntando a
5 dI de molho béchamel
 1 colher de sopa de caril 
1 colher de sopa de natas 
e raspa e sumo de limão.
Prepare um MOLHO DE COGUMELOS,
fervendo, durante 5 minutos em água temperada com
sal, 
100 g de cogumelos.
Escorra, pique e junte a
5 dI de molho béchamel.
Fora do lume, adicione
1 colher de sopa de natas
 e sumo de limão.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Molho Béchamel

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Esta receita foi publicada no livro "Vaqueiro - Livro de Receitas Básicas" em 1986


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Comece por derreter 40 gramas de Vaqueiro em lume brando .














Adicione 40 g de farinha de trigo, mexa e deixe cozer sem ganhar cor.












Regue com 5dl de líquido frio - caldo de carne ou de galinha (para veloutés), de leite (para o molho béchamel). Dissolva, mexendo o preparado com uma vara de arames. Deixe ferver durante 5 minutos ou até a farinha deixar de saber a cru. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada

sábado, 18 de janeiro de 2014

Sachertorte - Áustria


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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Eduardo Sacher, chefe de cozinha do Príncipe de Metternich, foi o criador da famosa Sachertorte (tarte Sacher), que viu pela primeira vez a luz do dia no ano de 1832. Mais tarde, a receita original passou para a nora, Ana Sacher, que tornou mundialmente famoso o Hotel Sacher de Viena, aberto entretanto — com este maravilhoso bolo, com o seu charme e elegância e, não menos, com o seu hábito de fumar grossos charutos.

Esta receita é da casa Sacher. Tudo o que sejam amêndoas, nozes ou cremes, nada tem a ver com a Sachertorte.

Ingredientes:

140 g de manteiga
160 g de açúcar
180 g de chocolate ralado
8 ovos
30 g de açúcar em pó
140 g de farinha
1 c. chá de fermento em pó
200 g de doce de alperce
200 g de cobertura de chocolate
um pouco de açúcar glaceado (icing-sugar)


Preparação:

Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme. Junte o chocolate derretido em banho-maria (que se arrefece, mexendo sempre). Continue a bater até fazer espuma.
Junte as gemas pouco a pouco, batendo com força.
Bata as claras em castelo, com o açúcar em pó, até ficarem firmes.
Deixe deslizar sobre o creme de chocolate.
Misture a farinha com o fermento em pó e deite-a sobre a massa.
Misture tudo cuidadosamente.
Deite a massa numa forma de fundo solto forrada com folha de alumínio ou com papel vegetal untado e leve ao forno a cozer.
Deixe o bolo arrefecer um pouco antes de a retirar da forma.
Barre-o por fora com o doce aquecido e bem batido, e deixe entranhar um pouco.
Derreta a cobertura em banho-maria e barre o bolo com ela. Se gostar, divida a face superior em 12 partes e escreva em cada uma o nome Sachem com açúcar glaceado.


Rosbife Eszterházy - Hungria




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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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Os Eszterházy de Galántha eram uma família de magnatas húngaros. Foram elevados à categoria de príncipes do Império Austro-Húngaro em 1687. No princípio do século pertenciam-lhes, entre outras coisas, 21 castelos, 60 vilas e 414 aldeias. Em 1945 ainda eram os maiores proprietários de terras da Hungria.

Os dois representantes mais famosos desta casa foram Nicolau José (1714 - -1790), que construiu o castelo de Eszterhãza, onde Haydn exerceu as funções de mestre de capela quase 30 anos; e o Príncipe Nicolau de Eszterházy (1765-1833), o marechal de campo austro-húngaro que, em 1809, recusou a coroa real da Hungria que Napoleão lhe ofereceu. 

Este rosbife foi-lhe dedicado.


Ingredientes:

750 g de rosbife,
gordura, sal, paprika, pimenta
2 ramos de cheiros
2 cebolas
1 c. sopa de farinha
1/4 lt de caldo de carne,
1 c. sopa de sumo de limão
um pouco de vinho da Madeira,
1 boião de iogurte


Preparação:

Prepare a carne, pincele-a com a gordura quente e grelhe-a de todos os lados, ate ficar loura. Durante este processo, volte a pincelá-la de vez em quando.
Tempere a carne com sal, pimenta e paprika.
Lave os cheiros e pique-os, tal como a cebola e refogue ambas as coisas na frigideira, em gordura quente. Polvilhe com a farinha, mexa bem e junte o caldo.
Junte a carne e deixe acabar de passar.
Passe o molho pelo passador, afine-o com sumo de limão, o vinho da Madeira e iogurte, rectifique o tempero e coloque nele a carne cortada às fatias.
Sirva com macarrão, outras massas, arroz ou puré de batata.


Risotto - Italia




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Esta receita foi publicada no livro "As 100 mais famosas receitas do Mundo", de Roland Göök em 1977.

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O Risotto não é um simples arroz cozido. Em primeiro lugar, é preciso que seja um arroz macio, de bago arredondado, e não um arroz agulha, mais duro. Em segundo lugar, o arroz tem de ser salteado no azeite antes de se juntar a água ou o caldo.

Se se respeitarem estas duas regras fundamentais, o resto é fácil. Basta juntar ao arroz, já seco, um pouco de manteiga e duas colheres de queijo ralado. É, no entanto, ainda possível enriquecê-lo com cogumelos, carne de aves, mexilhão, camarões, tomate, pimentos - ou também do seguinte modo:


Ingredientes:

250 g de arroz de bago arredondado (carolino)
1 cebola picadinha
4 c. sopa de azeite
cerca de 1/2 lt de caldo de carne
500 g de carne de vaca cozida
100 g de ervilhas
2 ovos
1/8 lt de leite
100 g de queijo ralado
sal, pimenta, manjerona, tomilho


Preparação:

Limpe o arroz com um pano seco. Refogue a cebola no azeite, junte o arroz seco e salteie-o até ficar translucido, mexendo sempre.
Deite o caldo de carne e deixe levantar fervura, mexendo sempre. 
Tape e coza 18 minutos em lume brando.
Misture o arroz com a carne cortada aos cubos e as ervilhas, e deite tudo num prato de ir ao forno untado. Bata os ovos com o leite, misture o queijo e tempere de sal, pimenta, manjerona e tomilho.
Verta sobre o Risotto e gratine-o doze a quinze minutos, a temperatura média.